DIY: Panquecas Americanas

terça-feira, 30 de setembro de 2014



Olá leitores lindos <3, hoje resolvi me aventurar na cozinha. Eu estava com essa receita faz um tempo e sempre me prometia fazer até que, fiz e AMAMOS!
Ela é bem simples mas é deliciosa.







Algumas dicas para que as suas panquecas fiquem divinas:

O interessante é você fazer as suas panquecas em uma frigideira média pois o tamanho da frigideira que irá determinar qual tamanho será as panquecas.
Jamais use o fogo alto pois elas são sensíveis e fritam facilmente.
A frigideira deve ser untada independentemente se ela é anti-aderente ou não, para isso, basta colocar um pouco de margarina na frigideira e deixar que ela derreta, em seguida vire para todos os lados e escorra o excesso.
O ideal para que suas panquecas rendam e sejam padronizadas, é você medi-las, para isso é legal utilizar uma colher grande ou uma concha, e assim todas as suas panquecas ficarão uniformes.
Recheios gelados são mais gostosos, eu derreti uma barra de chocolate em banho-maria e despejei um pouco e creme de leite para manter a cremosidade, em seguida, levei ao congelador. Ficou uma delícia!

Essa foi a minha :9


                                                                 B O M  A P E T I T E !

Há 443 anos atrás nascia Caravaggio

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Um dos meus pintores favoritos, Michelangelo Merisi da Caravaggio é um dos mais influentes pintores barrocos. Nascido em Milão - Itália, no dia 29 de setembro de 1571 Caravaggio era considerado enigmático, fascinante e perigoso. Nascido no Ducado de Milão, onde seu pai, Fermo Merisi, era administrador e arquiteto-decorador do marquês de Caravaggio. Tinha apenas seis anos quando a peste bubônica matou praticamente todos os homens de sua família, incluindo seu pai. Ele cresceu contencioso e agressivo.
Michelangelo Merisi surgiu na cena artística romana em 1600.



Considerado um farrista inconsequente, ele vivia com problemas com a polícia, sem dinheiro e buscava brigas nos pulgueiros da cidade. Em 1606, matou um jovem durante uma briga e foge de Roma, com a cabeça a prêmio. Passou por Nápoles, depois por Malta e pela Sicília, onde pintou telas de lirismo transfigurado, como: A ressurreição de Lázaro (Messina), na qual, sob o pavor de um imenso espaço vazio, um raio de luz rasante parece imobilizar o drama sagrado. Em Malta (1608) envolveu-se em outra briga, e mais outra em Nápoles (1609), possivelmente um atentado premeditado contra a sua vida devido suas ações, por inimigos nunca identificados.
Após uma carreira de pouco mais de uma década, Caravaggio morreu em circunstâncias desconhecidas, em julho de 1610, aos 38 anos. Seu corpo permaneceu em local desconhecido por séculos.
Somente em 16 de junho de 2010, uma equipe de cientistas e universitários italianos do "Comitê Caravaggio" anunciou a identificação dos restos mortais do pintor, graças a análises de DNA e de carbono-14, no pequeno cemitério da frazione de Porte Ercole, na comuna de Monte Argentario, na Toscana.

Caravaggio tomava emprestada a imagem de pessoas comuns das ruas de Roma para retratar Maria e os apóstolos. A sua inspiração estava entre comerciantes, prostitutas, marinheiros, todo o tipo de pessoas que não eram de nobre estirpe e que tivessem grande expressão, como as suas obras retratam. Talvez tenha sido um dos primeiros artistas a saber conciliar a arte com o "ministério de Jesus", que teria acontecido entre pescadores, camponeses e prostitutas.
O artista levou este princípio estético às últimas consequências, a ponto de ter sido acusado de usar o corpo de uma prostituta fisgada morta do rio Tibre para pintar A Morte da Virgem. Esta foi uma das duas mais importantes características das suas pinturas: retratar o aspecto mundano dos eventos bíblicos, usando o povo comum das ruas de Roma. 
A outra característica marcante foi a dimensão e impacto realista que ele deu aos seus quadros, ao usar um fundo sempre raso, obscuro, muitas vezes totalmente negro, e agrupar a cena em primeiro plano com focos intenso de luz sobre os detalhes, geralmente os rostos. O uso de sombra e luz é marcante em seus quadros e atrai o observador para dentro da cena - como fica bem demonstrado em A ceia de Emaús:


Aniversário de "O Hobbit"

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Foi aniversário de um dos meus contos favoritos de loooonge (quem me conhece, sabe bem a minha enorme paixão pela Terra Média) O Hobbit, do amadíssimo J.R.R Tolkien, autor também de O Senhor dos Anéis, O Silmarillion, Os Filhos de Húrin e tantos outros contos fascinantes. <3

Publicado em 21 de setembro de 1937, O Hobbit é um dos contos fantásticos-juvenis mais aclamados de todos os tempos. Tem um enredo mágico e personagens fascinantes, é um tipo de livro o qual você não quer parar de ler e espera nunca chegar ao final só para a aventura não terminar.

(sobrecapa da primeira capa de "O Hobbit", desenhada pelo próprio Tolkien)


O livro segue a busca do hobbit caseiro Bilbo Bolseiro para conquistar uma parte do tesouro guardado pelo dragão Smaug. A jornada de Bilbo o leva de um ambiente rural alegre a um território mais sinistro. A história é contada na forma de uma busca episódica, e a maioria dos capítulos apresenta uma criatura específica, ou um tipo de criatura, das "Terras Ermas" de Tolkien. Ao aceitar o lado desonroso, romântico, feérico e aventureiro de sua natureza e aplicar sua inteligência e senso comum.

A história se inicia quando Gandalf envolve Bilbo em uma festa para Thorin e seu grupo de anões, que cantam sobre recuperar a Montanha Solitária e seu vasto tesouro do dragão Smaug. Quando a música termina, Gandalf revela um mapa que mostra uma porta secreta na montanha e propõe que um estupefato Bilbo sirva como "ladrão" da expedição. Os anões ridicularizam tal ideia, mas o hobbit, indignado, junta-se a eles mesmo sem querer.

Recentemente foi lançada uma capa comemorativa especial de 75 anos desse maravilhoso conto:


O livro foi adaptado para as telonas e teve sua história dividida tem 3 partes. 
A primeira foi lançada em 14 de dezembro de 2012. Nomeado de "O Hobbit: Uma Jornada Inesperada" com um faturamento de 1 bilhão de dólares na sua bilheteria.
A segunda parte foi nomeada de "O Hobbit: A desolação de Smaug" teve a sua estréia no dia 2 de dezembro de 2013 e sua bilheteria atingiu as marcas de 714 milhões de dólores.
A terceira parte ainda está para estreiar nos cinemas em 11 de dezembro de 2014. Qual será a bilheteria do último filme? Tens um palpite?


Por conta do filme, o livro também ganhou a uma capa com o poster do filme:


E a versão ilustrada que eu tanto desejo:


Existem mais tantas outras capas lindas mas essas são as principais. Tem alguma que você gosta mais? Esqueci de mencionar algo? Comente :)

O mundo é separado por dois tipos de pessoas

sábado, 20 de setembro de 2014

Um aplicativo chamado Zomato, que é especializado em busca por restaurantes, fez uma campanha divertida usando ilustrações bastante criativas para "separar o mundo ao meio". Veja as imagens e faça as suas escolhas! :)

Apesar de gostar muito das duas, na hora de escolher para comprar, eu fico com a Coca-Cola.


Se a bordinha for recheada com catupiry, eu não penso duas vezes e como t-u-d-o!


Escolho o prato primeiro e antes de pedir olho o preço!


Dependendo do que seja, eu loto o prato mesmo! Um bom exemplo é o sushi a quilo, LOTO! hahaha


Android além de mais barato é mais funcional, iOS é mais marketing e questão de status.


Sofá pode ser? O-D-E-I-O que comam na minha cama e não gosto de comer na mesa sozinha, prefiro ficar sentada no sofá vendo tv e comendo. :3


Todos que me conhecem sabem que a segunda imagem é a minha cara! (só que com mais ketchup) 


Ketchuuuuuuuup claaro! Heinz <3 


Apesar de eu amar chá, minha paixão maior é o café.


Cervejaaaaaaaa (sdds de beber)


Muito queijo por favor!


Não supoooorto sujar as minhas mãos com comida U_u


"Pagar com Visa é muito melhor!" kkkkkkkkkk

E aí, quais são as suas escolhas?

Resenha: Se eu ficar

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Oláá gente.
Vi no facebook e em alguns comerciais sobre o filme '"Se eu ficar", e então resolvi pesquisar sobre ele e descobri que o filme é sobre o livro.  Então, baixei o livro oi PDF e comecei a ler. E, cara..é um livro reflexivo, e emocionante. Bem, eu não chorei hahaha, mas te "toca". TE faz pensar sobre a vida, sobre suas atitudes, seus sonhos e objetivos.

O livro é composto em duas partes. A primeira que é antes do acidente, e segunda é depois do acidente, que acontece com Mia e sua família. 

Com base no que li, e em algumas resenhas aleatórias, irei falar sobre ele. A história toda acontece durante as 24 horas depois do acidente de carro, alternando entre flashbacks do passado e os fatos do presente fazendo com que a história seja emotiva, feliz, triste e as vezes muito dura. Os flashbacks  foram as melhores partes, são neles onde podemos conhecer quem é a Mia de verdade, no hospital ela está muito fragilizada, podemos ver o quanto ela é apaixonada por músicas clássicas, o quanto ela ama tocar seu violoncelo, suas histórias de amores e intrigas com Adam e como ela conheceu sua melhor amiga. Analisando a Mia de antes e a Mia de agora, nós temos praticamente duas personagens, uma era a garota que estava experimento o seu primeiro amor e suas primeiras descobertas e outra é, literalmente, um fantasma da outra, sem muita vontade de querer continuar sua vida e seguir em frente.

Sobre o filme, eu ainda não assisti e espero que siga bem o livro, porque em si, é muito bom.








Então, galera, se alguém já leu o livro e/ou viu o filme, comenta aí. :D
Até mais ;*

A Condessa de Sangue

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Faz tempo que eu não posto nada muito histórico aqui no Quutamo, então resolvi falar sobre a história de uma mulher que inspirou muitos livros, filmes, peças, etc.

Erzsébet foi uma condessa húngara da renomada família Báthory que entrou para a História por uma suposta série de crimes hediondos e cruéis que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Reza a lenda que Erzsébet matava virgens e se banhava com o sangue das mesmas para manter-se sempre jovial e bela. 



Vaidosa e bela, Erzsébet ficou noiva do conde Ferenc Nádasdy aos onze anos de idade, passando a viver, no castelo dos Nádasdy, em Sárvár. Em 1574, ela engravidou de um camponês quando tinha apenas 14 anos. Quando sua condição se tornou visível, escondeu-se até a chegada do bebê: a criança seria uma menina chamada Anastasia, dada então a um casal de camponeses, ao que se supõe pagos pela família Báthory para que fugissem do reino com a bastarda. O casamento com Ferenc ocorreu em maio de 1575. O conde Nadasdy era militar e, frequentemente, ficava fora de casa por longos períodos. Nesse meio tempo, Isabel assumia os deveres de cuidar dos assuntos do castelo da família Nadasdy. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a revelar-se - com o disciplinamento de um grande contingente de empregados, principalmente mulheres jovens.
À época, o comportamento cruel e arbitrário dos detentores do poder para com os criados era comum; contudo, o nível de crueldade de Erzsébet era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava todas as desculpas para infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como, por exemplo, sob as unhas ou nos mamilos. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas.
Quando se encontrava no castelo, o marido de Báthory juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos, por exemplo
O conde Nádasdy morreu em 1604, e Erzsébet mudou-se para Viena após o seu enterro. Passou também algum tempo em sua propriedade de Beckov e no solar de Čachtice, ambos localizados onde é hoje a Eslováquia. Esses foram os cenários de seus atos mais famosos e depravados.



Nos anos que se seguiram à morte do marido, a companheira de Erzsébet no crime foi uma mulher de nome Anna Darvulia, de quem pouco se sabe a respeito (muitos afirmam que Darvulia teria sido uma sábia e temida ocultista, alquimista e talvez praticante de rituais de magia negra, que terá incutido na própria Isabel, de quem se diz ter sido amante). Quando Darvulia faleceu, Erzsébet se voltou para Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Erzsébet, ao encorajá-la a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas às quais bebia o sangue. Em virtude de estar tendo dificuldade para arregimentar mais jovens como servas à medida que os rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, Erzsébet seguiu os conselhos de Majorova. Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio.
No início do verão de 1610, tiveram início as primeiras investigações sobre os crimes de Isabel Báthory. Porém, o verdadeiro objetivo das investigações não era conseguir uma condenação, mas sim confiscar-lhe os bens e suspender o pagamento da dívida contraída ao seu marido pelo rei Matias II, já que Erzsébet era dona de 2/3 de terra da Hungria, possuindo assim mais terras que o próprio rei que obtinha apenas 1/3.


Isabel foi presa no dia 26 de dezembro de 1610. O julgamento teve início alguns dias depois, conduzido pelo Conde Thurzo, um primo de Isabel a quem muito convinha a condenação da condessa. Uma semana após a primeira sessão, foi realizada uma segunda, em 7 de janeiro de 1611. Nesta, foi apresentada como prova uma agenda encontrada nos aposentos de Erzsébet, a qual continha os nomes de 650 vítimas, todos registrados com a sua própria letra.
Isabel não esteve presente em nenhuma das sessões do julgamento. Seus cúmplices foram condenados à morte, sendo a forma de execução determinada por seus papéis nas torturas: Ficzko foi decapitado e queimado; Dorka, Helena e Erzsi viram seus próprios dedos serem cortados e foram atiradas para a fogueira ainda vivas. Apenas Katarina foi ilibada e sua vida poupada, provavelmente devido a esta se ter envolvido amorosamente com um dos juízes. Erzsébet foi condenada à prisão perpétua, em solitária (por conta de ser nobre, a lei não permitia a execussãoi). Foi encarcerada em um aposento do castelo de Čachtice, sem portas ou janelas. A única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos. A condessa permaneceu aí os seus três últimos anos de vida, tendo sido encontrada morta em 21 de agosto de 1614, não se sabendo ao certo a data da sua morte, já que foram encontrados no aposento vários pratos de comida intactos. Foi sepultada nas terras dos Báthory, em Ecsed.

Há alguns que afirmam inocência da condessa e que ela fora vítima de um golpe sujo do rei Matias II, outros dizem que Erzsébet sofria de problemas psicológicos mas não era má pessoa, e por assim vai as inúmeras teorias a respeito da condessa.

A vida, lendas e morte surgiu de inspiração para muitas bandas por exemplo como, Beauty Through Order" é uma canção da banda Slayer, do álbum de 2009 World Painted Blood, a banda Candlemass lançou em 2009 o álbum "Death Magic Doom", que inclui uma canção chamada "The Bleeding Baroness", obviamente contando a história do banho de sangue, Kamelot compôs, em 2001, para o álbum Karma, uma série de três canções contando a história de Bathory: "Elizabeth I: Mirror, Mirror", "Elizabeth II: Requien For The Innocent" e "Elizabeth III: Fall From Grace",Cradle of Filth lançou em 1998 um álbum conceitual intitulado Cruelty and the Beast, inteiramente dedicado a Bathory. Existem duas capas oficiais para o álbum, ambas retratando uma mulher banhada em sangue (a banda faz frequentes referências a Erzsébet Báthory em todos os seus álbuns), a mais influente banda de black metal da Suécia, tomou o seu nome da Condessa de Sangue: Bathory. Além disso, a mesma banda compôs o tema "Woman of Dark Desires", em homenagem a ela (mais tarde regravada pelo Cradle of Filth), e muitas outras bandas, óperas...
Erzsébet inspirou a arte de modo geral com livros e filmes. Se você está interessado em ver uma versão vítima da condessa assista "Bathory: Countess of Blood" (2008). Existe mais uma série de filmes com inspiração no conto como "Os Irmãos Grimm" (2005), "The Countess" (2009), "Eternal" (2004), e uma infinidade de outros.



Assistam e depois me digam o que acharam! ;)

Amy Winehouse

Primeiramente gostaria de me desculpar aos leitores pelo "abandono" e sumiço das postagens, e já me justifico que a vida estava MUUUITO corrida. 
Reviravolta de cá e de lá, prometo que vou tentar postar mais (sei que não é a primeira vez que prometo isso rsrsrs), tenho que estudar, cuidar da vida pessoal e esqueço de cuidar de mim, da minha vida social... blablabla



Voltando ao foco, essa semana a Amy-Diva-Winehouse faria 31 anos caso estivesse viva. Ela ganhou uma estátua de bronze que foi inaugurada no dia do seu aniversário, a estátua de bronze é obra do escultor Scott Eaton e está localizada no Stables Market, no boêmio Camden, o local do norte de Londres onde vivia e faleceu.



Amy foi uma cantora incrível que faleceu jovem. Teve uma exuberante carreira musical, tinha um potencial incrível, morreu aos 27 e entrou para a história.
Uma mulher incompreendida em que seu único erro foi amar demais. O seu romance conturbado nos rendeu ótimas canções que imortalizarão Amy.



Despertei, então

quinta-feira, 4 de setembro de 2014


Quando despertei, o relógio na minha cabeceira berrava 10:00 da manhã. Em 2 anos foi o primeiro dia que, finalmente, eu acordei sem um peso na consciência. Parecia que eu tinha acordado em mundo diferente, onde eu ouvia o som que o vizinho estava ouvindo invés do toque do meu celular com seu nome na frente pra me lembrar de que eu devia ter te ligado na noite passada.
Parecia que, enfim, eu enxergava o brilho do sol, invés daquela nuvem negra que pairava na minha cabeça todo santo dia após uma discussão matinal.
Olhei pras minhas unhas e vi o azul-metálico brilhando. Você odiava o azul- metálico e dizia que parecia um projeto de Drag Queen.
O vento acariciava minhas pernas descobertas. Senti falta dos meus shorts jeans que você enchia o saco dizendo que eu não deveria exibir minhas pernas finas usando-os.
Meus fones de ouvido estouravam com um sertanejo romântico que dormi ouvindo. Você dizia que era música de dor-de-cotovelo.
Finalmente exibi minha tatuagem perto do ombro, você dizia que era coisa de mulher sem rumo.
Então, finalmente, eu tomei uma dose de vergonha na cara, fiz um origami com o papel de besta que eu fazia, e soltei a corda que me prendia a você.

Acho que não aguentaria mais um dia ouvindo você me criticar, ou alguém iria parar de baixo de ônibus. E te garanto, não seria eu.









Design e código feitos por Julie Duarte. A cópia total ou parcial são proibidas, assim como retirar os créditos.
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